segunda-feira, 24 de abril de 2017

Proposta de Produção textual: Conto em 1ª pessoa Fund. II

 Observe a imagem: 

Fonte: Notícias UOL ( http://noticias.ne10.uol.com.br/10horas/noticia/2015/11/09/criancas-pedindo-nos-sinais-de-transito-saiba-como-ajuda-las-579685.php) 

Escreva um texto em primeira pessoa  explicando a situação das crianças de rua, que  vivem pedindo esmolas no sinal para sobreviver. Conte como é seu dia-a-dia, as causas que levaram estas crianças a pedir esmolas entre outros fatos relevantes para o entendimento do leitor. Lembre-se que o texto deve ser escrito com o foco narrativo e verbal  em 1ª pessoa. 
 Não se esqueça de:
• dar um título bem interessante;
• descrever o cenário (lugar)
• os personagens devem ter nomes; 
• o foco narrativo deve ser em 1ª pessoa;
• o texto deve ter no mínimo 20 (vinte) linhas; e, no máximo, 30 (trinta) linhas;
• podem existir diálogos.
* Se precisar use  uma folha de  caderno de rascunho.
 Pontuação 
O- Ortografia (2,0)
P- Pontuação (2,0)
C- Coerência (2,0)
A- Acentuação(1,0)
CV- Concordância verbal (1,0)
CN- Concordância nominal (1,0)
G- Grafia ( letra legível) (1,0)

Profª. Renata 

Proposta de Produção Textual: Conto de Ficção Científica Fund. II

Produção de Texto- Ficção Científica

 Nesta narrativa você autor (a) deve-se imaginar em uma cidade futura onde o problema das epidemias estão agravados, os vírus evoluíram mais do que o esperado. Agora eles possuem uma forma específica. Você 
deve descrever esta forma e os problemas que este vírus vem causando aos seres  humanos.  Mas você também deve propor no texto a solução ou a cura para este mal. 
Não se esqueça de:
• dar um título bem interessante;                
• descrever o cenário (lugar)
• os personagens devem ter nomes; 
• o foco narrativo deve ser em 3ª pessoa;
• o texto deve ter no mínimo 20 (vinte) linhas; e, no máximo, 30 (trinta) linhas;
• podem existir diálogos.

* Se precisar use  uma folha de  caderno de rascunho. 
Pontuação 

O- Ortografia (2,0)
P- Pontuação (2,0)
C- Coerência (2,0)
A- Acentuação(1,0)
CV- Concordância verbal (1,0)
CN- Concordância nominal (1,0)
G- Grafia ( letra legível) (1,0)


quarta-feira, 29 de março de 2017

Projeto: O pequeno príncipe para turmas do Fundamental II .



 Caro professor (a), 

    Este projeto tem como maior objetivo desenvolver a empatia pelo próximo e também habilidades 
no campo da escrita, leitura e interpretação. O projeto tem duração de três meses, pois nas minhas turmas do 6 º ano ele está sendo aplicado apenas na terça-feira e as aulas tem duração de apenas 50 minutos, porém o projeto é flexível. 
   Irei disponibilizar o projeto aos poucos aqui no Blogger; acompanhe.

Projeto  “ O Pequeno príncipe” de Antoine Saint Exupéry


Disciplinas: Literatura infanto-juvenil, redação e produção textual. 

Duração: 3 meses

Tempo: 50 min cada aula 

Recursos: livro, folha, cartolina, lápis, lápis de cor entre outros. 

Objetivos: Desenvolver a empatia pelo próximo; 

Identificar as principais falhas que cometemos ao longo da nossa vida para corrigi-las; 

Aflorar sentimentos como solidariedade, respeito, união, amizade, paz, amor entre outros; 

Conhecer e Ler a obra de Antoine Saint Exupéry; 

Conversar sobre os principais temas presentes no livro; 

Produzir parágrafos, textos, cartazes e pinturas sobre a obra. 

Situação inicial 

 Levantar junto aos alunos que conhecimento elels tem a respeito da obra que será trabalhada em sala. Fazer um breve resumo do livro para os mesmos. 
Pedir para os alunos que tem o livro em casa para que eles levem o livro pra sala ou levá-los à sala de leitura ou biblioteca da escola. 

1ª Aula- 

Leitura do primeiro e segundo capítulo em voz alta. Se possível divida a leitura entre os alunos, para que eles possam participar. A medida que o professor (a) achar necessário ele deve parar para fazer as observações com a turma. Sempre estimulando a interpretação. 
1 º e 2º capítulo: pgs. 7 à 13. 

Atividade de casa: 

Pesquisa: a biografia do autor Antoine Saint Exupéry. 

2ª Aula- 

      Leitura das páginas 18 à 19 em voz alta. 
Se possível divida a leitura entre os alunos, para que eles possam participar. A medida que o professor (a) achar necessário ele deve parar para fazer as observações com a turma. Sempre estimulando a interpretação. 

Atividade de casa: 

Responda: 

A) Quem mora no asteroide B-612? 
B) Como era o asteroide B-612?  
C)  Quem descobriu o asteroide B-612?
D) Como era o principal habitante do B-612?  
E) Quem narra a história do pequeno príncipe? 

Fotos do desenvolvimento do projeto: 
















Autoria do projeto: Profª. Renata Stefânia ( formada pela UERJ- FFP 2016). Projeto sendo desenvolvido em uma rede particular de ensino em São Gonçalo. 
Se gostou curta e não esqueça de fazer referência se for usar este projeto. 

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Conto: Confissões Part. II


Parte II

           O coração batia tão rápido como um relógio descompassado, sem ritmo. Ela procurava ele naquele imenso supermercado . Toda arrumada como se fosse ir a uma festa de 15 anos, queria encantar o rapaz, seu primeiro amor. Foi então que seu celular tocou. Adivinha quem era? R que é assim que o chamarei aqui .Devagar S, que é assim que a chamarei aqui, foi olhando para cima e o viu. Coitada... Não sabia o que fazer ir até ele ou esperar? Esperou. Estava nervosa demais para se mexer. R foi se aproximando e ela cada vez ficava mais nervosa. E como era medrosa tinha levado de velas sua prima e sua mãe. Elas ficaram de longe só observando. Não foi um encontro tradicional, pois ele estava trabalhando. Mas os vintes minutos foram os mais longos de sua vida. Ela estava tão nervosa que só conseguia olhar para baixo e e R a elogiava. Deu a hora S teve que voltar para casa  pegou  o ônibus em direção ao Califórnia. Chegando em casa ela só sabia falar dele. 
       E a sua saga continuava esperava dar meia-noite para entrar na internet, mas a espera valia apena. Trocavam fotos e contavam tudo o que viviam. Ele morava com seus avós e alguns irmãos, tinha muito carinho pelo seu coroa e sua coroa. Porém não queria formar uma família, como muitas meninas sonham. E a menina  sonhava com isso! Em ter uma família, em se casar, entrar de branco com seu pai na igreja, em dançar a valsa com seu amor. A menina moça queria dançar com ele!
 As diferenças ente os dois foram começando a aparecer. Mas o rapaz só queria um relacionamento superficial, porém nunca mentiu sobre suas intenções para a moça que mesmo sabendo seguia apaixonada pelo rapaz. 
     De repente ela ouviu o barulho da buzina em seu portão e nervosa saiu correndo para o banheiro para ver se estava bonita o suficiente. Tinha os cabelos alisados e era bem morena, mas o mais bonito nela eram os olhos da cor do mel, como o  que as abelhas produzem. Linda como ela podia sr, beleza de um felino encurralado.  
Ao som da buzina saiu para ver quem era, não estava errada:_ Era ele. Descerá da moto com aquele olhar e a voz que conquistava qualquer pessoa, que voz maravilhosa. Depressa  foram para sala. Foi apresentado a sogra, que por sinal havia gostado muito dele. 
      Depois de algumas conversas o primeiro beijo aconteceu. O primeiro de verdade para ela, pois nunca havia beijado ninguém apesar de ter dezoito anos.  Era romântica demais, daquelas que escrevem cartas, poemas e tudo mais. No PC ela não parava de ouvir a música do Los Hermanos " Último romance" e sempre pensava nele, seu amor, seu amor mais velho. 
      As coisas começaram a ficar mais serias entre dois, só que ainda assim não eram namorados, pelo menos oficialmente. O irmão da moça a zoava dizendo que só ela namorava ele cantando aquela música do Seu Jorge " Tô namorando aquele mino, mas não sei se ele me namora" (...) 
     Não se importava, sonhava que um dia ele chegaria como aquele príncipe encantado pedindo sua mão em namoro ou casamento. Passaram-se os dias e nada mudava entre os dois: eram apenas bons amigos. O relacionamento nunca era assumido. Às vezes  chorava pensando que  não era capaz de amá-la como ela o amava! 
       E aí que saber a continuação deste conto? Então curte ! 

A primeira parte está aqui! 

Poema: Carta Carmim



Bom, eu sou dá época que ainda escrevíamos cartas. 
E eu adorava fazer isso. 
Elas eram normalmente endereçadas a minha mãe, meu pai, minhas amigas e a alguns amores platônicos. 
Hoje com o avanço das tecnologias perdeu-se o encanto de escrever uma carta ou enviar um cartão a alguém. E aí você já escreveu alguma? Ou está só no zap mesmo? 
Leia o poema abaixo. Sei que vai gostar! 




Carta carmim 


Escreveria, todas as noites
Cartas, soletradas
Manchadas...
Por meu amor.

Cartas e mais cartas
Carmim sangue
Despetalada...
Pétala por pétalas.

Escreveria escreveria escreveria
Em várias línguas
Noites e noites
Sem parar.

Envolveria assim
As lembranças
Quebraria sinos
Em meu caminhar.

Escreveria milhas,
Sensível e delicada
Essa carta simples
Que um dia perdi na estrada.


Renata Stefânia                       16/06/09

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Poesia e música : as melhores letras

Para acordar é preciso força de vontade esta música do Fresno serve para nos inspirar a lutar, a mudar e nunca desistir.
Assista ao vídeo da música tirada do Youtube.



Espero que gostem! 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Como podemos estabelecer um paralelo entre a poesia barroca de Gregório de Matos e a sociedade brasileira dos dias atuais.



 O Barroco no Brasil estabeleceu-se no século XVII. O país não possuía uma identidade artística, como nas outras áreas: cultural, educacional, financeira,  religiosa e tantas outras, sofrera influência dos colonizadores, os portugueses. Segundo Sabrina Vilarinho, graduada em Letras:

“ O Barroco ou Seiscentismo teve início em Portugal com a unificação da Península Ibérica, fato que acarreta ao período intensa influência espanhola, e também faz surgir outra denominação para o período, Escola Espanhola. No Brasil, o Barroco teve início em 1601, com a publicação do poema épico Prosopopeia, de Bento Teixeira, o qual introduz em definitivo o modelo da poesia camoniana na literatura brasileira.”

      Apesar de outra realidade encontrada no Brasil não havia luxo, nem ambição alguma por parte do povo brasileiro. Es cravos, comerciantes, índios esta era a população brasileira: um povo simples. Mas sendo tão simples assim, acabaram por interiorizar a cultura e costumes que os portugueses trouxeram para o Brasil. E uma dessas ideias e novidades foi a educação e a literatura. 
    O Barroco foi introduzido no país no período da Contrarreforma,sendo influenciado pelo movimento      religioso.
 O Barroco ganha força total nas décadas de 1720 e 1750, com a fundação de várias escolas literárias. A arte da dualidade entre: vida e morte, luz e escuridão, carne e espírito, racional e místico; adentra as terras americanas, trazendo consigo uma nova ideia, um novo jeito de se pensar. Os que escreviam encontraram um refúgio na literatura, podendo então criticar o sistema, e moralizar “ o povo decadente e infiel  (podendo assim dizer).
         Os principais escritores do Barroco no Brasil foram Gregório de Mattos e Padre Antônio Vieira. Gregório e Vieira  chegaram a se conhecer, pois, moravam em Salvador, durante a mesma época. Pe. Antônio Vieira na prosa, com obras proféticas de cunho religioso. E Gregório de Mattos na poesia,  lírica, satírica e religiosa.
         Depois deste panorama histórico do Barroco no Brasil, passemos a análise da contribuição de Gregório de Mattos para esta época e para os dias atuais.
  Sabemos que Gregório de Mattos (1636/ Salvador1696/Recife), nascido em Salvador, Juiz formado em Coimbra- Portu gal, casado com Maria dos Povos. Enfrentou uma vida bastante agitada, principalmente, quando começou a escrever seus primeiros ensaios, poemas satíricos.
        Seu reconhecimento como poeta e autor, demorou, pelo fato de ter sido acusado de plágio de vários autores famosos da época, como o espanhol Gôngora. Sendo assim, Mattos começou a ser reconhecido a partir do século XX. Na Lírica o poeta trabalha três vertentes da poesia: a religiosa de cunho moral, a amorosa com a oposição carne e espírito e a filosófi ca que está ligado a Camões, na abordagem do desconcerto do mundo.E na Sátira ficou conhecido como “Boca do Inferno”, em razão das sátiras e escárnios que ele escrevia, Gregório criticava por meio de gírias e palavrões, que refletiam “o bi-linguismo ou trilinguismo” da época, levando em consideração termos indígenas e africanos.
       Observamos então o campo de grande desenvoltura do poeta, o da sátira, como forma de criticar a sociedade que vivia. O poeta irreverente, que chocava a população baiana, com seus escritos poéticos satíricos.
         No poema Triste Bahia de Gregório de Mattos; no canto do poeta, notamos a tristeza de ver uma Bahia explorada pelos comerciantes.


              Triste Bahia 
Triste  Bahia! Ó quão dessemelhante
Estás e estou do nosso antigo estado,
Pobre te vê a ti, tu a mi empenhado,
Rica te vi eu já, tu a mi abundante.

A ti trocou-te a máquina mercante,
que em tua larga barra tem entrado,
A mim foi-me trocando e tem trocado,
Tanto negócio e tanto negociante.

Deste em dar tanto açúcar excelente
Pelas drogas inúteis, que abelhuda
Simples aceitas do sagaz Brichote.

Oh! se quisera Deus que de repente
Um dia amanheceras tão sisuda
que fora de algodão o teu capote!

                             Gregório de Mattos

     O poeta que não calou sua voz, que usou do poema, para fazer justiça, para criticar, para elucidar  os problemas daquela Bahia, daquela sociedade, daquele Brasil, ainda tão novo, no processo históri-co que tinha pela frente. E mais Gregório não se importava com os indivíduos que desprezavam seu  trabalho. Lutou e foi responsável por abrir espaço para paisagem local e para a língua do povo, podendo ser a primeira  manifestação nativista da nossa rica literatura. Iniciando um despertar crítico-social nacional que levou séculos para automatização do povo. 
         Triste Bahia é apenas um dos sonetos críticos de Gregório, sabemos que existem outros com um vocabulário, bem mais pesado; desvinculava-se da moral e do bom costume,  e era este vocabulário que o povo rejeitava; como qualquer povo que foi instruído e considerado  cristão.
         Atualmente a luta por igualdade, justiça e direitos não é diferente, a luta de tantos se faz por  meio da literatura, que possui papel primordial para ascensão da população brasileira. 
        Mattos até hoje é considerado um dos grandes poetas não só do Barroco, mas de outras épocas e suas poesias ainda  fazem sentido, estão contextualizada com o Brasil. A preservação cultura e linguística com o uso de palavras de comunidades africanas e indígenas. A crítica aos valores morais, éticos, pessoais que nos dias atuais foram invertidos pela popula-ção.   Principalmente; igrejas que ainda se  baseia nos sermões religiosos, que os poemas barrocos trazem em seus versos. 
           Impreterivelmente a poesia barroca, é patrimônio cultura e ainda tem mensagens importantes a passar para o povo Brasileiro. 









Trabalho feito por Renata Stefânia, graduada em Letras pela UERJ. 

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